Lago

Lago espelho calmo

Fina pedra rola

Causa grande espanto

Margem branca assola

 

Fica marca doce

Monta guarda breve

Como alma fosse

Quase sempre escreve

 

Muda a cor do ramo

Lua que consola

Outra vez, de novo,

Pensamento isola

 

(sobre o momento de escrever)

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Arquivado em Histórias da cidade de São Paulo, Poetando

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